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terça-feira, abril 13, 2010

(continuação)

1. O trabalhador desta cidade, mais uma vez, depara-se com a má gestão desta prefeitura. Voltar do trabalho em meio ao caos é uma vergonha. Choque de Ordem só para arrecadação. Gostaria de observar o mesmo empenho nas ações de limpeza de galerias e bueiros, em dragagem dos rios, o que, com certeza, diminuiria is efeitos da chuva na iluminação pública e no asfalto decente. (Luiza Pinto Nogueira)

2. Rio de Janeiro. Há 40 anos, não temos dirigentes que conheçam, profundamente, o Rio. Triste! Só megalomania. Só obras faraônicas e pontuais. Vão demolir até perimetrais. Haja dinheiro! Limpar uma galeria, dragar um rio, impedir construções em área de risco, nem sabem o que é isso. São obras e atos simples. Não querem saber dessas coisas. Acabaram com a Serla. Tiraram a força da Rio-águas.
Por quê? Órgãos importantes que gerenciavam os serviços necessários para evitar enchentes. Agora, o que temos? O prefeito manda que não saiamos de casa. Feriado virtual? (Euzebio Simões Torres)

3. Caos no Rio. A culpa é da chuva? Interessante ver o que dizia um autor do século XVI. Falando sobre a inflência da sorte do governo dos reinos, Maquiavel, em seu clássico, "o príncipe", editado pela 1ª vez em 1532, dá o seguinte exemplo: "Comparo-a (a sorte) a um desses rios torrenciais que, quando se encolerizam, alagam as planíceis, destroem as árvores e os edifícios, carregam a terra de um lugar para outro {...}
E, se bem assim ocorra, isso não impedia que os homens quando a época era de calma, tomassem providências com anteparos e cliques, de modo que, crecendo depois, ou as águas corressem por um canal, ou o seu impeto não fosse tão desenfreado nem tão danoso". Paris passou por imundações semelhantes. Há mais ou menos cem anos. Depois disso, tomaram providências para evitar novas tragédias. E nós? (Luiz Elias Sanches)

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