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segunda-feira, abril 12, 2010

Seu cabelo está danificado? Conheça a plástica de fios!

Plástica para os cabelos

Por Deise Garcia

A Wanessa Camargo fez e adorou, a Eliana virou fã, a Kelly Key não consegue mais ficar sem. Estamos falando da requeratinização capilar — mais conhecida como plástica de fios — um tratamento, feito em salão, que garante recuperar o mais detonado dos cabelos, sem alterar sua estrutura.

Essa nova técnica de revitalização foi desenvolvida pela indústria cosmética japonesa (sim, a mesma que criou o recondicionamento térmico para alisamento de longa duração) e, em pouco tempo, ganhou adeptas fervorosas no mundo todo. Tecnicamente, trata-se de um processo capaz de repor as proteínas perdidas.

“Em outras palavras, significa nutrir internamente os fios, o que vai deixá-los macios, brilhantes, maleáveis”, explica Aldeni Ribeiro, proprietária do salão Lay Out, em São Paulo (SP), um dos primeiros a divulgar a técnica.

Embora a plástica seja indicada para todos os tipos de cabelo, você não precisa abandonar a boa e velha hidratação semanal, feita em casa ou no salão. Segundo os cabeleireiros, ela realmente funciona e continua bem cotada na lista de cuidados essenciais para hidratar e revigorar os fios.

Porém, dependendo da situação da sua cabeleira — leia-se fios ressecados pela chapinha, desbotados pelo sol, opacos por causa do secador ou alisados, tingidos, com permanente, recondicionados termicamente — a hidratação e o banho de creme talvez não sejam suficientes para recuperar o desgaste da fibra capilar, que acaba perdendo proteínas e a umidade natural, ficando sem brilho, áspera e sujeita a rompimentos.

Entenda a diferença: a hidratação repõe a água perdida, mas atua apenas na superfície do fio; já a queratinização preenche o fio com queratina, encorpando-o.

“Apenas o profissional pode, após uma avaliação, determinar a necessidade do tratamento”, avisa Aldeni. Ele não faz nenhum mal, recuperando o fio apenas onde ele realmente precisa, mas, por ser um tratamento relativamente caro, a indicação precisa ser bem-feita.

Fonte: Boa Forma

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