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sábado, dezembro 18, 2010

Cientistas da UFRJ desenvolvem novas terapias que melhoram o funcionamento e até recuperam a glândula

Tratamento da UFRJ desenvolvem novas terapias que melhoram o funcionamento e até recuperam a glândula - Antônio Marinho

Pesquisadores brasileiros estão conseguindo avanços importantes no tratamento das doenças da tireoide. Uma equipe liderada por Denise Pires de Carvalho, do Programa de Oncologia e diretora do Instituto de Biofísica Carlos Chagas Filho, da UFRJ, está usando, ainda de forma experimental, o ácido retinoico, o mesmo indicado para fins estéticos, para recuperar a glândula de pacientes com câncer que tinham poucas chances.


A principal função da tireoide é produzir e armazenar hormônios (T3, triodotironina e T4, tiroxina), que agem na regulação do ciclo menstrual, na fertalidade, na memória, na concentração e no humor. O grupo de Denise - ela recebeu o prêmio máximo da Sociedade Latino-Americana de Tireoide por seu trabalho na área - também foi responsável pela descrição de famílias que têm defeitos numa determinada enzima e, por isso, sofrem de hipotireodismo.

Nesta entrevista, a cientista destaca os avanços no tratamento do hipo e do hipertireodismo e alerta para o perigo de usar hormônios para fins de emagrecimento - muitas vezes escondidos em fórmulas manipuladas  -, rejuvenescimento e ganho de massa muscular.

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