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segunda-feira, julho 09, 2012

Ferias: produtos consumidos pelos jovens quando estão em casa ficam mais caros

O estudo também revelou que tanto os alimentos quanto os serviços que são consumidos com maior intensidade no período de férias escolares
Shar
CidadeMarketing com informações da InfoMoney

Em época de férias, os filhos passam mais tempo em casa, o que reflete bastante no orçamento familiar. Segundo estudo da FGV (Fundação Getúlio Vargas) o consumo adicional dos jovens quando estão de férias --e em casa-- compromete, em média, 12% do orçamento. 

Além disso, o estudo também revelou que tanto os alimentos quanto os serviços que são consumidos com maior intensidade no período de férias escolares tiveram altas de preço acima da inflação medida pelo IPC/FGV.

A alta nos alimentos, em geral, foi de 6,60%. Já os serviços ficaram 5,61% mais caros. A inflação nos últimos 12 meses, até junho de 2012, que foi de 5,37%.   Em relação aos alimentos, o grande destaque ficou com os refrigerantes e a água mineral, com alta de 9,36%. A batata frita e o sorvete picolé vieram na sequência, com alta de 8,13% e 8,10% respectivamente. 

Já nos serviços, a principal alta ficou com os hotéis, com crescimento de 11,72%, seguido pelos clubes de recreação (8,34%) e cinema (8,18%).

Veja o quanto os produtos ficaram mais caros:


Inflação acumulada
de jul/11 a jun/12
Alimentos  Variação
Biscoitos 3,54%
Bombons e chocolates 3,23%
Iogurte natural 5,62%
Sorvete 8,10%
Salsicha 6,76%
Refrigerantes e água mineral 9,36%
Sucos de frutas 5,54%
Polpa de fruta congelada 4,99%
Refresco de fruta em pó -1,05%
Milho de Pipoca 5,58%
Batata frita 8,13%
Fonte: levantamento feito pelo economista André Braz (IBRE/FGV)


Veja o quanto os serviços ficaram mais caros:
Inflação acumulada
de jul/11 a jun/12
Serviços Variação
Refeição em bares e restaurante 5,78%
Doces e salgados 3,15%
Sanduíches 7,53%
Sorvetes fora de casa 6,49%
Cinema 8,18%
Show Musical  2,08%
Teatro 6,93%
Clubes de recreação 8,34%
Hotel 11,72%
Passagem aérea -1,70%
Excursão e tour 1,65%
Tarifa de ônibus interurbano 2,71% 
Fonte: levantamento feito pelo economista André Braz (IBRE/FGV)

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