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sexta-feira, janeiro 04, 2013

Porque psicólogos clínicos se tornam coaches extraordinários

A principal distinção entre terapia e coaching é que a terapia trata dos transtornos diagnosticáveis e o coaching não. Em vez disso, coaching envolve ajudar outra pessoa a identificar e agir de maneira centrada em direção a importantes objetivos profissionais e/ou pessoais. 

No coaching pressupõe-se que a pessoa já está fazendo muitas coisas bem, e agora quer fazer ainda melhor. Com o coaching, a pessoa não precisa sofrer de alguma síndrome ou transtorno para se beneficiar das habilidades do Coach.

Os psicólogos clínicos muitas vezes se tornam excelentes coaches, porque coaching incorpora todas as habilidades clínicas, técnicas, interpessoais e administrativas que os terapeutas têm usado por anos nas terapias convencionais. Mais do que atuar como um “curandeiro”, o coach serve como um facilitador em ajudar seus clientes a atingir seu potencial máximo. 

A ênfase muda do foco sobre o passado e seu impacto sobre os problemas presentes para o foco no futuro e a sua relevância para guiar os pensamentos e ações presentes. O objetivo do coach é ajudar seus clientes explorar e realizar sua mais profunda visão de quem são, que está na essência do seu ser.

O indivíduo que busca coaching pessoal, profissional e executivo é, geralmente, altamente motivado para alcançar bem-estar pessoal, o seu melhor desempenho e uma maior experiência de vida. 

O cliente não está buscando cura emocional ou alívio da dor psicológica e não é excessivamente limitado na capacidade de agir nem muito hesitante em fazer esse tipo de progresso. Em termos gerais, a atividade de coaching está evoluindo na direção da melhoria da saúde.

“A distinção fundamental entre coaching e terapia tem mais a ver com a mentalidade do que com o método. Embora ambos possam ajudar as pessoas a fazer grandes mudanças na vida, o coaching se separa do caráter médico, baseado em patologias, da terapia e se concentra totalmente na força humana, nas paixões positivas, e na busca de oportunidades ainda inexploradas.”

Por Bruno Juliani Coach de Negócios | Diretor Executivo Academia Brasileira de Coaching

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